quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Fluminense rescinde parceria de 20 com a Adidas


O Fluminense confirmou na tarde desta quarta-feira a rescisão com a Adidas, que não será mais sua fornecedora de material esportivo, e o acerto com a Dryworld, que ocupará o lugar da empresa alemã. O clube divulgou nota em seu site oficial com as informações. Ainda não há previsão de quando o time passará a usar as camisas fornecidas pela nova parceira.
- O Fluminense sempre se caracterizou por ser um clube pioneiro. É desta forma que trabalho. Pensando no melhor para o clube, inovando, sem medo de desafios - disse o presidente tricolor Peter Siemsen ao site oficial do Flu.
A Dryworld pagará R$ 13,5 milhões por ano por um contrato de cinco temporadas. O acordo com a Adidas, iniciado em 1996, pagava R$ 4,5 milhões a cada 12 meses. Em compensação, a empresa alemã dispende mais valores do que o oferecido pela canadense em royalties por vendas e premiações por desempenho esportivo.   
- Lançar a Dryworld no Brasil é o primeiro e mais relevante passo na direção de alavancar a nossa marca no mercado global, ao mesmo tempo em que trazemos qualidade e inovação para o mercado brasileiro - disse Matt Weingart, co-fundador da Dryworld.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Ronaldinho diz que Neymar é seu herdeiro

Foto: Getty Images

Ronaldinho Gaúcho curte suas prolongadas férias, mas já tem data para voltar à ativa. Nos dias 17 e 20 de janeiro, o craque defenderá o Fluminense na Flórida Cup, contra Shakhtar e Internacional, conforme acordado com a diretoria tricolor. Mas ele não vai parar por aí, e talvez até mesmo já permaneça nos Estados Unidos para dar sequência à carreira.

Em entrevista ao jornal espanhol “Marca”, Ronaldinho, 35 anos, deu a entender que há muitas ofertas na mesa e definirá o seu futuro nas próximas semanas.

- Quero seguir jogando um pouco mais. Enquanto o corpo aguentar e for feliz eu quero continuar. Agora vou tomar um tempo para pensar. Há muitas possibilidades. Estados Unidos é uma opção muito atrativa, como Dubai (Emirados Árabes) ou Brasil. Vou pensar em outras coisas nas próximas semanas e logo tomarei uma decisão.

- Eu nunca fui o maestro de Messi. Tive a sorte e a felicidade de participar do início de sua carreira. Neymar já chegou em Barcelona com a experiência de vários anos no Santos, ainda que Messi esteja ajudando muito em sua adaptação. Neymar já é o meu herdeiro. Está exercendo esse papel e o estará fazendo durante muitos anos. É um grandíssimo jogador e será a figura do Brasil nas próximas temporadas.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

No Recife, Walter espera desfecho de negociação: "Minha vontade é o Sport"

(Foto: Site oficial do Atletico Paranaense)


O atacante Walter é o sonho de consumo da diretoria do Sport neste final de ano. E a recíproca é verdadeira. Natural do Recife e torcedor do Leão declarado, Walter nunca escondeu o desejo de vestir a camisa do clube de coração. E acredita ter chegado a hora.

- Minha vontade é o Sport. Acho que chegou a hora de voltar ao Recife, jogar no meu clube de coração, mas tenho muito carinho pelo Atlético-PR, que tem interesse na minha permanência.

No Recife desde o começo da semana para visitar familiares e amigos, Walter teve algumas conversas com diretores do Sport, mas não deu detalhes da negociação. No entanto, deixou claro que o único empecilho pode aparecer nas conversas entre Sport e Porto-POR, detentor dos direitos econômicos dele.

- O Sport precisa acertar a minha vinda com o Porto.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Memorável! Rogério Ceni se despede com mais 60 mil pessoas no Morumbi

Foto: Marcos Ribolli
Um adeus, um resgate. Uma prova cabal de que Rogério Ceni é um super-herói capaz de, em seu ato final de celebração, reunir a população para distribuir seus superpoderes. Nas entrelinhas de seu discurso, ao fincar pés, mãos e coração na eternidade, ficou a mensagem: vocês são grandes o suficiente para sobreviverem sem mim.
Por mais de 20 anos, o M1TO vestiu sua capa, afiou garras e lançou teias para defender seu povo. Seus companheiros, sua torcida. Como todo super-herói que se preze, alimentou-se do orgulho do rótulo de salvador, e olhou torto para quem quisesse lhe tomar o posto: “Eu estou aqui!”. Para treinar, jogar, motivar, bater pênaltis e protegê-los de quaisquer vilanias.
O super-herói convocou sua liga da justiça a uma reunião no QG do Morumbi. Lembrou aos aflitos torcedores, desprotegidos e desesperados com a ideia de olharem para o gol e não mais encontrarem sua altivez, sua coragem e seus sintomas cada vez mais evidentes da idade, que o São Paulo é capaz de caminhar adiante se retomar valores de sua própria história.
Foto: Marcos Ribolli
Inconformado. Com derrotas, críticas, máquinas de cortar cabelo, atitudes e falta de atitudes, palavras, gestos, dores, mas, sobretudo, com quem abdicou de lutar. Ceni nunca se importou em saltar de prédio a prédio ou sobrevoar a cidade para salvar as pessoas do perigo, desde que elas quisessem ser salvas. Generoso, preocupado, amigo, mas também vaidoso e chato no cumprimento de suas missões, e do que entendeu ser missão dos companheiros, viu seus superpoderes o transformarem em centro do mundo, literalmente em 2005, contra os vilões ingleses de vermelho, mas também de seu mundo particular durante muitos e muitos anos.
dou com isso. Na maioria das vezes bem, em outras mal. O mais fascinante de ser um super-herói é justamente o fato de seus superpoderes serem fruto do esforço e da vida. Ele não levou uma picada letal, não nasceu com mutações genéticas nem foi vítima de experiências laboratoriais. Formou-se da doçura rígida da mãe, da postura decidida do pai e de sua própria doação ao treinar, treinar e treinar. Desde garoto, quando lançava teias a esmo para testar do que era capaz, até os 40 e tantos, quando já poupava suas asas para os voos mais necessários.
Rogério Ceni é um super-herói humano. Que erra e tem fraquezas, e que como aqueles dos quadrinhos, tenta escondê-las para que os outros se sintam seguros. Tão humano que foi superado por um único limite: o da dor. O M1TO não aguentava mais, mas agora pode se despir da fantasia e da obrigação de salvar a todos. Relaxe os ombros e sorria, Rogério, como fez no extasiado Morumbi ao sofrer um gol por debaixo das pernas. Quer maior sinal de paz de espírito?
O maior jogador da história do São Paulo, um dos maiores do futebol mundial, foi perfeito em sua noite de gala, apesar de um erro na última palavra. Cinzas? Você não morrerá nunca, Rogério.
Fim. Fim? Quem se arrisca a decretar o fim de um super-herói? Sempre há uma continuação...

domingo, 6 de dezembro de 2015

De mão beijada! Sport vence Ponte fora de casa e termina em 6° no Brasileirão


Com as duas equipes tranquilas, com objetivos alcançados na Série A, o jogo foi morno. A Ponte Preta teve mais chances de gol, principalmente no primeiro tempo, mas o Sport foi mais eficiente. Diego Souza foi o melhor jogador da partida e definiu o duelo com um belo gol. O resultado deixa o Leão na sexta posição, com 59 pontos, e a Ponte no 11º posto - com 51 somados.

Na comemoração do gol, o meia Diego Souza partiu pra câmera para mandar beijos para a torcida do Sport que assistia ao jogo na Ilha do Retiro, num evento realizado pelo clube chamado "Sport Fan fest". Foi a forma que ele encontrou de retribuir todo carinho da torcida que ama esse clube e que está com ele em todos os momentos.

O Sport não conquistou títulos esse ano, mas fechou o ano com uma belíssima campanha, onde foi coroado com o 6° lugar no Brasileirão, melhor campanha já realizada por um clube do Nordeste.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Palmeiras tem a temporada mais rica da história do clube


Presidente Paulo Nobre abraça Goleiro Fernando Prass ( Foto: Marcos Ribolli)


O Palmeiras vai acabar 2015 aliviado com o título da Copa do Brasil. A diretoria do Verdão não economizou para voltar a ser protagonista e esquecer os fracassos recentes. E deu tudo certo. Com a taça do torneio, a equipe está classificada para a Taça Libertadores, principal competição do continente, e, de quebra, aumenta sua vantagem como maior campeão nacional.

Com uma gestão agressiva, o presidente Paulo Nobre abriu o caixa. Buscou Alexandre Mattos, bicampeão brasileiro pelo Cruzeiro, para ser diretor de futebol e saiu à caça de reforços. Foram nada menos do que 25 contratações para retornar à briga por títulos.
O Palmeiras também se transformou administrativamente. O clube conseguiu bons patrocínios (cerca de R$ 50 milhões) e aumentou consideravelmente suas receitas com o plano de sócios-torcedores. Até 2014, as finanças do clube estavam comprometidas com os altos adiantamentos – sobretudo com cotas de TV.
A arena, quase sempre lotada, teve papel determinante nesse "retorno". A partida contra o Santos, que valeu o título da Copa do Brasil, foi um marco. Com 39.660 pagantes, o Verdão quebrou o recorde de público do estádio, superando os 39.479 da final do Paulistão, diante do mesmo Santos. A renda foi de R$ 5.336.631,25
A taça, aliás, faz o Palmeiras aumentar sua soberania na conquista de títulos nacionais. São nada menos que 11 agora (oito do Brasileirão e três da Copa do Brasil). Santos e Corinthians aparecem logo abaixo, com nove.